domingo, 1 de dezembro de 2013
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Uma República falida ... à imagem de uma monarquia em fim de tempo

Sábias palavras de Eça de Queirós que, no século XIX, já "desenhava" o Portugal do presente:
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Feminismo e Antifeminismo na República Portuguesa
Na sequência da controvérsia, é aprovada pelo senado em 1913 a Lei Eleitoral da República (nº 3 de 3 de Julho) onde pela primeira vez num texto legislativo se determina expressamente o sexo dos cidadãos eleitores: “são eleitores dos cargos políticos e administrativos todos os cidadãos portugueses do sexo masculino, maiores de 21 anos, ou que completem essa idade até ao termo das operações de recenseamento, que estejam no gozo dos seus direitos civis e políticos, saibam ler e escrever português e residam no território da República Portuguesa”.Sobre o assunto em epígrafe veja aqui alguns bons textos.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Imagens da República

Este Projecto, com os seus workshops e conferências, organizados em todo o território nacional, propôs-se agir criativamente, através da reflexão e produção fotográficas, pretendendo também promover um pensamento crítico sobre os ideais Republicanos, que afinal se podem resumir no conceito, sempre contemporâneo, que é o da Cidadania.
terça-feira, 7 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Sobre a República - Livros

O 5 de Outubro e a Primeira República (Ana Maria Magalhães, António Reis e Isabel Alçada), recorrendo às palavras do editor, "é uma obra de divulgação sobre um período crucial da História de Portugal – a instauração da República e o regime republicano até 1926. Aliando rigor científico e clareza de exposição, os autores colocam à disposição do público uma síntese, que é também uma chave para entender este agitado e complexo período da nossa História."
Eis uma abordagem, de cariz histórico, acessível a todos os nossos leitores, amplamente ilustrada e de leitura fluente, graças à capacidade de escrita límpida e objectiva dos autores.
Retirado daquisegunda-feira, 9 de maio de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
Proposta de Monumento à República, na cidade do Porto

A estrutura era constituída por várias plataformas que serviriam aos visitantes como espaços de observação da cidade.
Na primeira plataforma, erguida a 16 metros do solo, ficariam cenas alegóricas relativas ao movimento de 31 de janeiro de 1891 e à revolução de 5 de outubro de 1910.
O topo seria encimado pela estátua da Vitória com 11 metros de altura.
Para financiar a obra a Câmara Municipal do Porto socorreu-se de um empréstimo popular, através da emissão de cadernetas ao preço individual de 1$040 reis, pagos em 52 prestações se manais.
sábado, 26 de março de 2011
Uma Viagem na República

A Escola EB 2, 3 de Caldas das Taipas participou nesta iniciativa através da excelente prestação da Bárbara Rodrigues, do Daniel Salazar, da Alexandra e do José Alberto, do João Pedro e da Ana Sofia, da Helena e do Diogo.
O ensino Secundário Liceal na Iª República

a) burgueses ricos, com ligações ao sistema bancário, ao grande comércio e à propriedade fundiária, tinham governado o país no primeiro decénio do século com o apoio das chefias do exército;
c) "povo miúdo", ainda insuficientemente evoluído, constituído por pequeníssimos proprietários rurais, por jornaleiros e criados da lavoura, e por operários industriais.
Em termos de população activa, 60% ou mesmo um pouco mais, era predominantemente rural; 20% trabalhava na indústria (sobretudo têxtil) e apenas 13% no sector terciário, um quadro que permitia qualificar de arcaica a estrutura da sociedade portuguesa no início do século XX. A classe média, que tinha feito a revolução, herdava igualmente uma conjuntura preocupante:
* uma crise social provocada pelo crescimento agrícola em detrimento do desenvolvimento industrial e pelo afluxo marcado da população às grandes cidades;
* Uma crise económico-financeira, marcada pela falência de bancos, aumento da dívida pública e pela contracção do investimento;
* uma crise moral, com frequentes escândalos públicos de corrupção.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Portal da Iª República

Algumas entradas:
- Cronologia;
- Biografias;
- Instituições;
- Debates parlamentares;
- Legislação;
- Documentos;
- Iconografia
- Imprensa;
- Bibliografia.
- Roteiro de fontes;
- Pesquisa temática.
A monarquia do Norte
Assim, a 19 de janeiro de 1919, a Junta do Norte proclamou, no Porto, a restauração da Monarquia, anunciando a constituição de uma Junta Governativa. Esta era constituída por Henrique de Paiva Couceiro, que, além de presidente, tinha a seu cargo a pasta da Fazenda e Subsistências; António Adalberto Sollari Allegro, com a pasta do Reino; o visconde do Banho, encarregado dos Negócios Eclesiásticos, da Justiça e da Instrução; na Guerra e Comunicações, João de Almeida; nos Negócios Estrangeiros, Luís de Magalhães; nas Obras Públicas, Correios e Telégrafos, Artur da Silva Ramos; e na Agricultura, Comércio e Indústria e Trabalho, o conde de Azevedo.
A proclamação da Junta do Norte gerou focos de resistência ao poder republicano em vários pontos do País.
No Norte, os republicanos foram perseguidos e presos, sendo utilizado o Eden-Teatro do Porto como local onde decorriam os interrogatórios.
A 23 de janeiro, seguindo os passos dos monárquicos do Norte, os monárquicos de Lisboa concentraram-se em Monsanto, acabando, porém, por ser vencidos em pouco tempo. Os monárquicos do Norte, porém, mantiveram posições durante perto de um mês, dominando a quase totalidade do Minho e Trás-os-Montes, e ainda parte das Beiras. A revolta caiu a 13 de fevereiro, com a entrada no Porto das tropas fiéis à República.
Monarquia do Norte. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011.
Disponível na www: www.infopedia.pt/$monarquia-do-norte
Mais informação aqui
sexta-feira, 4 de março de 2011
Exposição "Percursos, conquistas e derrotas das mulheres na 1ª República
Exposição "Percursos, Conquistas e Derrotas das Mulheres na 1ª República" Galeria do Salão Medieval - Largo do Paço – Braga4 - 31 de Março2ª a 6ª FEIRA: 9H00-12H30 I 14H00-17H30 O Conselho Cultural da Universidade do Minho apresenta, a partir da próxima sexta-feira, dia 4 e até 31 de Março, a Exposição " Percursos, Conquistas e Derrotas das Mulheres na 1ª República", na galeria do Salão Medieval, no Largo do Paço em Braga.Esta exposição, cedida pelo Biblioteca Museu República e Resistência da Câmara Municipal de Lisboa, foi concebida para trazer à luz a problemática feminina deste período da nossa história. O Conselho Cultural vai aproveitar a ocasião para promover um conjunto de iniciativas sobre a problemática do género, cuja primeira terá lugar já no próximo dia 11 de Março, pelas 21h30, no Salão Medieval com um debate sobre questões actuais das conquistas das mulheres.A exposição é rica em imagens de mulheres feministas e republicanas militantes que se empenharam na luta politica projectando os seus anseios e reivindicações.O Conselho Cultural convida a participar em todas as Iniciativas que têm ENTRADA LIVRE.







