sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Vultos femininos da Iª República



Algumas da mulheres que padronizaram a luta pela emancipação feminina na altura da implantação da República.
Para uma reflexão sobre a emancipação feminina.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Eleições para a Presidência da República

Anibal Cavaco Silva foi ontem reeleito para um segundo mandato.
Resultados nas Caldas das Taipas
Cavaco Silva 56, 03%
Manuel Alegre 20,49%
Fernando Nobre 14,01%
Francisco Lopes 5,54%
José Coelho 2,66%
Defensor Moura 1,27%

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O dia do Regicídio

Um excelente trabalho sobre o momento em que o rei D. Carlos e o pretendente ao trono D. Luís Filipe são assassinados no Terreiro do Paço. Sugestão da Ana.

Filme inédito sobre os funerais de D. Carlos e D. Luís Filipe

Este filme foi divulgado por altura da comemoração do Iº Centenário da República e diz respeito aos funerais do rei e do príncipe herdeiro. São inéditas e a sua menor qualidade resulta dos meios de captação existentes na altura.

Pequena História da República

Para uma compreensão global da República. A implantação da República narrada em dois minutos.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Personagens da República IV - JOSÉ RELVAS

Ministro das finanças no governo provisório da República, ministro português em Madrid, rico proprietário e agricultor, etc. Nasceu a 5 de Março de 1858, na Golgã e faleceu a 31 de Outubro de 1929. Era filho de Carlos Relvas e de sua mulher, D. Margarida Amália de Azevedo Relvas. Matriculou-se na Universidade de Coimbra na faculdade de Direito, que só frequentou até ao segundo ano, abandonando-o então para seguir o Curso Superior de Letras, o qual concluiu em 1880, escrevendo nesse ano a sua tese, intitulada O Direito feudal, que apresentou na prova final do curso. Pertencente ao Directório do Partido Republicano, quando em 5 de Outubro de 1910 foi implantada a República foi ele quem, das varandas da Câmara de Lisboa, anunciou publicamente tal acontecimento. No Governo provisório então constituído ocupou a pasta das Finanças. Depois, de Outubro de 1911 a Maio de 1914, foi embaixador em Espanha. Regressado, afastou-se da política desgostoso com as lutas partidárias em que foi fértil a Primeira República, voltando apenas, por um curto período, quando após a revolta monárquica de Janeiro de 1919 aceitou formar Governo, acumulando a Presidência com a pasta do Interior (27 de Janeiro a 30 de Março de 1919).
Mais informação aqui e aqui (foto)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Exposição "O Jogo da Política Moderna!" - Desenho Humorístico e Caricatura na I República


Exposição "O Jogo da Política Moderna!" - Desenho Humorístico e Caricatura na I República.
Reitoria da UMinho, Largo do Paço, Braga, entre sexta-feira, 10-12-2010 e segunda-feira, 31-01-2011
A Galeria do Salão Medieval da Reitoria da UMinho acolhe a exposição, organizada pela Câmara de Lisboa e apresentada pelo Conselho Cultural da Universidade do Minho. Aqui

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Personagens da República III - TEÓFILO BRAGA

Joaquim Teófilo Fernandes Braga nasceu em Ponta Delgada a 24 de Fevereiro de 1843 e morreu em Lisboa a 28 de Janeiro de 1924. Foi político, escritor e ensaísta português. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, fixa-se em Lisboa em 1872, onde ensina literatura no Curso Superior de Letras (actual Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). Estreia-se na literatura em 1859 com Folhas Verdes. Da sua carreira literária contam-se obras de história literária, etnografia, poesia, ficção e filosofia. Estudante universitário em Coimbra desde 1861, participou na Questão Coimbrã e em 1868 doutorou-se em Direito com a tese História do Direito Português - Os Forais. De 1872 a 1910, regeu a cadeira de Literaturas Modernas no Curso Superior de Letras, em Lisboa.

Actividade política - Militante no Partido Republicano, de tendência socialista e anticlerical. Após a queda da Monarquia, em 1910, presidiu ao governo provisório e em 1915 foi Presidente da República. Exerce vários cargos de destaque nas estruturas do Partido Republicano Português. Em 1 de Janeiro de 1910 torna-se membro efectivo do directório político, conjuntamente com Basílio Teles, Eusébio Leão, José Cupertino Ribeiro e José Relvas. A 28 de Agosto de 1910 é eleito deputado por Lisboa, e em Outubro do mesmo ano torna-se presidente do Governo Provisório. Em 1015 torna-se Presidente da República, face à demissão de Manuel de Arriaga, cumprindo o mandato deste até ao dia 5 de Outubro do mesmo ano, sendo substituído por Bernardino Machado. Foi autor de uma História das Ideias Republicanas em Portugal (1880).
Pata saber mais e ainda mais.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Personagens da República II - AFONSO COSTA

Afonso Augusto da Costa nasceu a 6 de Março de 1871 em Santa Maria, no Concelho de Seia, filho do advogado Sebastião Fernandes da Costa e Ana Augusta Pereira da Costa. Morreu em Paris a 11 de Maio de 1937, tendo sido sepultado inicialmente em Neuilly-sur-Seine, no jazigo de Robert Burnay, sendo trasladado posteriormente, em 1950, para o cemitério de Cemitério do Père-Lachaise, em Paris. Os seus restos mortais só em 1971 foram trasladados para Portugal, encontrando-se actualmente em Seia, no jazigo da família.
Em 1883 realizou, na Guarda, os primeiros exames secundários, ingressando no Liceu da Guarda em Outubro desse mesmo ano. Em 1888, entrou na faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sendo um dos melhores alunos do curso onde, em 1894, se licenciou. Doutorou-se a 9 de Junho com a dissertação A Igreja e a questão social, obra em que ataca violentamente a então recente encíclica Rerum novarum. Em 1896 torna-se professor da Universidade de Coimbra (era o mais novo de todo o corpo catedrático) tornando-se, igualmente, um advogado muito respeitado. Entrou na política cedo - defendendo ideias republicanas – afirmando-se como uma das mais importantes figuras do Partido Republicano. Foi Presidente do Conselho de Ministros, ministro, dirigente do Partido Republicano e do Partido Democrático. Entrou no Parlamento nas eleições de 1900 e também com a proclamação da República em 1910, assumindo a pasta da Justiça do Governo Provisório. Afonso Costa era corajoso e determinado, criou as condições básicas para um estado laico. Mais tarde foi afastado do poder pelo golpe de Sidónio Pais e não voltou para o governo. Em oposição ao Estado Novo, exilou-se em Paris.
Para saber mais - aqui, ou por aqui e mais aqui.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Personagens da República I - BERNARDINO MACHADO


Nasceu no Rio de Janeiro em 28 de Março de 1851, filho de António Luís Machado Guimarães e da sua segunda esposa Dona Praxedes de Sousa Guimarães.

Em 1860, a família regressa definitivamente a Portugal, fixando residência em Joanes, concelho de Famalicão. O pai virá a ser o 1.º barão daquela localidade. Em 1872, aquando da sua maioridade, opta pela nacionalidade portuguesa.

Em 1882, casa com Elzira Dantas, filha do conselheiro Miguel Dantas Gonçalves Pereira, de quem teve dezoito filhos.
Faleceu em 28 de Abril de 1944.
Como político, desde a sua estreia parlamentar, auspiciosamente saudada por Tomás Ribeiro e Ramalho Ortigão, até aos derradeiros momentos da sua vida, foi um defensor inabalável das liberdades e das franquias populares, sem nunca ter resvalado para a demagogia, absolutamente incompatível com a sua vasta cultura filosófica, com a sua educação e a sua lucidez de espírito. Adversário implacável das ditaduras, a todos combateu com invulgar energia e persistência. Os exemplos estão bem vivos no combate ao governo de Hintze Ribeiro e na sua participação no conflito académico de 1907, solidarizando-se com os estudantes. (João Montes, O conceito de liberdade e democracia em Bernardino Machado. A teorização do Estado, - Texto in Boletim Cutural 8, CMVNF, 1988 (pag. 139-152). Imagem retirada daqui
Sobre Bernardino Machado:

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Oa sete pecados da República

Os 7 pecados da República - Fernanda Rolo (Comissária das comemorações do Centenário)

1. O vazio ideológico - Não tardou muito para que os próprios limites do modelo político-constitucional em que a República assentara viessem ao cimo, revelando, também, por entre outros matizes, o vazio ideológico de parte dos seus líderes. Entretanto, era cada vez mais notória a frustração com que os partidos conservadores - reduzidos a uma fraca expressão eleitoral - passaram a encarar o golpismo militar como o instrumento mais eficaz para fazer face a um Partido Democrático que, através de uma rede de caciques espalhada por todo o país, controlava, diretamente, grande parte dos atos eleitorais.
2. A alienação do apoio das classes mais baixas - No seu conjunto, as classes mais humildes estavam convencidas de que a implantação da República se traduziria imediatamente numa melhoria da situação económica nacional, o que, a prazo, acabaria por se refletir favoravelmente no seu nível de vida. Entretanto, e uma vez que nenhuma mudança significativa tinha sido introduzida nesse sentido, a impaciência das classes trabalhadoras começou a exteriorizar-se, de tal forma que nos primeiros meses de 1911 já quase todas as corporações operárias de Lisboa tinham organizado greves. O movimento estendeu-se rapidamente a todo o país, contabilizando-se, no final de 1911, um total de 42 greves envolvendo 25.670 grevistas; de resto, a orientação sindicalista revolucionária vinha, também ela, conquistando cada vez mais adeptos entre os trabalhadores.
3. A "questão religiosa" - Sendo certo que a "questão religiosa" surge reiteradamente como um dos problemas estruturantes que mais têm sido apontados para justificar o fracasso da experiência da I República portuguesa, a verdade é que são poucos os elementos que permitem concluir que a Lei de Separação entre as Igrejas e o Estado - promulgada a 20 de abril de 1911 pelo ministro da Justiça, Afonso Costa - teve uma influência direta no afastamento da República, e do seu ideário, em relação às classes rurais e conservadoras, tradicionalmente católicas. É aliás sabido que, apesar de logo na primeira reunião do Conselho de Ministros, realizada a 9 de outubro de 1910, o ministro da Justiça ter feito aprovar um decreto ordenando a expulsão ou a passagem compulsiva de ordens religiosas à vida secular, o ministro do Interior António José de Almeida acabaria por expedir, quase em simultâneo, uma circular aos governadores civis recomendando-lhes que o culto religioso fosse respeitado em todas as igrejas. António José de Almeida procurava corrigir e moderar os ímpetos mais reformistas que a lei refletia, reenquadrando-a e subordinando-a a propósitos mais gerais: o Governo da República respeita a religião de cada cidadão como mero caso de consciência, contra o qual ninguém pode atentar, e só proceder contra o clericalismo e a reação por serem contrários à liberdade humana, à paz e à ordem social.
4. A ausência de uma política económica - O regime republicano não definiu uma política económica e financeira própria. Os objetivos avançados pelos republicanos neste domínio - fomento económico e equilíbrio das contas públicas - eram bastante idênticos aos contemplados no modelo económico da Regeneração, apesar de considerarem premente a revisão da estratégia a prosseguir. Importa, contudo, não esquecer que, apesar das propostas de fomento avançadas pela República terem ficado, na maioria dos casos, por concretizar, foram sendo incorporadas algumas novidades bastante significativas, nomeadamente a aposta na difusão da instrução, defesa da exploração racional das colónias e aumento do crédito agrícola.
5. A falta de apoio popular - Em termos gerais, e contextualizando o país da revolução, a população portuguesa, composta por 5,5 milhões de habitantes, era maioritariamente analfabeta, permanecendo, no essencial, à margem do significado e do impacto do republicanismo vitoriado. Este seria, de resto, um dos argumentos mais evocados para justificar a renúncia ao direito ao sufrágio universal, tão evocada durante a propaganda, e que a lei eleitoral de 1913 - bem mais restritiva do que a legislação eleitoral monárquica - consubstanciaria.
6. A participação de Portugal na guerra - No seu conjunto, a participação de Portugal na I Guerra Mundial ditou o fim da I República. A guerra pôs a nu, exacerbando-as, todas as clivagens que tinham caracterizado o regime desde a sua implantação, em outubro de 1910: acentuou a impopularidade do Partido Democrático e de Afonso Costa e contribuiu para intensificar o conflito entre o movimento operário e a República.
7. O peso dos monopólios e um vazio do Estado - No início da década de 20, no país diferente que saíra da guerra, eram vários os políticos a considerar que a República tinha falsificado o seu programa, não só porque manteve os monopólios existentes à data da proclamação do regime (tabacos, fósforos), como criara novos privilégios e monopólios. O fracasso do poder político perante o peso e a influência alcançados pelos "grupos económicos" - que durante estes anos chegaram a controlar os principais jornais do país ("Diário de Notícias", "O Século" e "O Primeiro de Janeiro") -, era o reflexo do insucesso das políticas económicas republicanas, aliado à ausência de uma estratégia de atuação global que reservasse ao Estado um papel mais interventivo e dinâmico.

Texto completo publicado na revista Única de 2 de outubro de 2010.

Texto completo aqui

domingo, 19 de dezembro de 2010

Reconhecimento da república portuguesa pelos Estados Unidos da América (EUA)



Ao receber as comunicações oficiais da proclamação da República Portuguesa o governo de Washington instruiu o seu ministro em Lisboa para manter relações com as autoridades de facto necessárias para proteger os interesses americanos, devendo proceder-se ao reconhecimento só depois de a nação ter manifestado por qualquer facto a sua adesão ao novo regime. As autoridades americanas justificaram o seu procedimento com o desejo de deixar à Grã-Bretanha a iniciativa numa questão que dizia principalmente respeito à Europa. Mas o verdadeiro motivo da atitude americana foi, porém, de não querer criar um precedente contra a política que o presidente Taft havia adoptado de não reconhecer os múltiplos ditadores que constantemente surgiam nos países da América Latina, sem lhes impor o respeito pelas normas, democráticas. Esta política, geralmente atribuída ao Presidente Wilson, foi na verdade iniciada pelo seu antecessor Taft, como o caso do reconhecimento da República Portuguesa o demonstra, e foi abandonada pelo presidente Hoover que restabeleceu a doutrina tradicional consagrada por Monroe.
Em 28 de Maio de 1911 realizaram-se as eleições para a Assembleia Constituinte que reuniu pela primeira vez em 19 de Junho, tendo nessa sessão sido abolida a monarquia e adoptado como forma de governo a República Democrática. Nesse mesmo dia o encarregado de negócios americano entregou a Bernardino Machado, ministro dos Negócios Estrangeiros, uma nota pela qual o governo dos Estados Unidos reconhecia formalmente o governo da República Portuguesa. A atitude americana foi seguida pelo México em 29 de Junho e por Salvador em 13 de Julho.
(Continuação)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Visita de estudo à Exposição "RESISTÊNCIA. Da alternativa republicana à luta contra a ditadura (1891-1974)


No âmbito do seu programa de comemoração do Iº Centenário da República, os alunos do 9º Ano visitaram a exposição em epígrafe, na antiga cadeia da Relação, no Porto.

Núcleos/espaços de visita

I - Sant’Ana - A Caminho da República 1891-1910
II - Pátio - O 5 de Outubro
III - Senhor de Matosinhos - Implantar e defender a I República 1910-18
IV - Santo António - Restauração e Fim da I República 1918-26
V - Santa Teresa - A Ditadura e o Reviralho 1927-31
VI - Átrio das Colunas - Uma Ditadura para durar 1932-34
VII - Sala das Colunas - Resistir 1934-58
VIII - Átrio do Tribunal - O Furacão Delgado 1958-62
IX - Sala do Tribunal - Da Guerra Colonial ao 25 de Abril de 1974
Esta exposição é organizada pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República e comissariada por Tereza Siza e Manuel Loff.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Concerto Comemorativo do Centenário da República


Visita do Presidente do Brasil a Portugal, em 1910

No dia 1 de Outubro de 1910, o Presidente do Brasil, Marechal Hermes da Fonseca, deu início a uma visita oficial a Portugal. O Presidente iria permanecer no nosso País até ao dia 8 de Outubro, acompanhando de perto a revolução e a implantação da República. Pouco depois, caberia precisamente à República dos Estados Unidos do Brasil o primeiro reconhecimento oficial do regime de Portugal.


Visita do Presidente do Brasil a Portugal, em 1910

Simbologia Republicana














Para saber mais sobre:
simbologia da bandeira nacional

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

No início da Iª República ... o mundo em 2010

No início do século XX, altura em que a monarquia se desmoronava, por culpa própria e por acção da República, perspectivava-se já aquilo que seria o mundo em 2010. O "sonho" não andaria muito perto da realidade e hoje, aquilo que seriam meras insânias em 1910, são artefactos pré-históricos de uma tecnologia que, de forma despótica, se impõe ao quotidiano das pessoas. Aqui se apresentam alguns exemplos da recolha feita pelos alunos, na altura em que se debruçaram sobre os ambientes e os contextos socio-políticos e culturais que dominavam o Portugal de uma República ainda imberbe.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Entrega de prémios



Concurso "Tenho fé na República"

Por decisão da Direcção Executiva, a entrega dos prémios aos alunos vencedores será feita durante a festa de Natal, no dia 17 de Dezembro.
Parabéns aos vencedores e uma menção de honra para todos aqueles que, não tendo ficado no pódio esmeraram-se, tendo apresentado trabalhos com grande qualidade.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Concurso "Tenho fé na República"

Trabalhos premiados no âmbito da exposição "Tenho fé na República.

Critérios que presidiram à escolha dos trabalhos premiados:
• Rigor histórico;
• Pesquisa desenvolvida e temática abordada;
• Criatividade;
• Materiais utilizados;
• Percepção do objectivo fundamental das comemorações do Iº Centenário da República.

1º Prémio

Ana Sofia Saraiva Martinho - 9º E

Carolina da Silva Ferreira - 9º E

David Capela Martins Silva - 9º E



2º Prémio


Maria José Silva Marques - 9º F


Rita Isabel da Silva Gonçalves - 9º F




3º Prémio

Marisa Rafaela Costa Ribeiro

Raquel Sofia Moreira Ferreira

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Os Presidentes da República

Trabalho desenvolvido pelos alunos do 7º Ano, Turma C, em Área de Projecto
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